quinta-feira, 25 de abril de 2013

it's COMING


sábado, 6 de abril de 2013

Na onda de...

artistas que se assume gays e lésbicas
José Cid afirma - Sou lésbica, se a brasileira pode, eu também posso e quero. Sou lésbica sim.
Por nós, na boa.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A caça às bruxas

a festa é um dos meus filmes favoritos... infelizmente, o que a festa faz de melhor, thomas vinterberg não atenua qualquer espécie de sentimento de redenção pelos personagens, transformando o espectador num parceiro do crime, um voyeur que quer que aquela família imersa em passados sombrios, perversos e compactuados seja exposta, e quanto mais se expõe, mais queremos saber, como se fossemos chamados a enfrentar os nosso próprios segredos, os mais desconfortáveis, os mais humanos também, animalescos...
em a caça, vinterberg faz menos do mesmo, embora o desconforto esteja lá, vinterberg é mais complacente, deixando o espectador tomar partido, mesmo que na realidade, haja sempre dúvida... os olhares são imensos, e há a desconfiança que passa por todos e que é de todos para todos, como um delírio conjunto...
imaginar as crianças num patamar de inocência e verdade constante pode ser uma forma terrível de abordar o comportamento dos adultos, e é esse o melhor achado do filme, o modo como uma criança se pode transformar num monstro na sua inocência ou em alguém de quem só se espera a verdade, a criança e a idosa (como uma segunda infância)... essa dualidade que percorre o filme, e que nos faz questionar e transitar nos sentimentos em relação aos personagens e as suas condutas, é por isso tudo e pela interpretação de Mads Mikkelsen que o filme vale a pena, não tão bom como a festa, mas uma boa festa de aniversário...

another sisters act, i like this music... i dont really like the album... i hope they improve

and i'm kind of late in this

segunda-feira, 1 de abril de 2013

será que Tarantino voltará a ser Tarantino?

quando o realizador com o melhor sentido cool se passa por um embuste armado em intelectual prestador de homenagens ao cinema europeu e à negritude americana, o que é que acontece?
1º- nos últimos dois filmes tarantino começou por errar no casting, os actores são anti-tarantinianos
2º- no cinema de tarantino só podemos ser uma coisa, completamente pretensiosos e exagerados, levando ao limite tudo o que se possa pensar que o inspira, se meter uma velocidade intermédia, sai-lhe tudo falso, e a falsidade é o sentimento mais enojante que se pode ter quando se assiste a um filme
3º- está provado que o cinema de tarantino só sobrevive em excelência quando ele sobrevoa a matéria e eleva o seu cinema a um planeta distante, onde o sadismo, o discurso patético-intelectual e a cartoonização dos estereótipos é levada ao extremo Bill: Do you find me sadistic?tarantino deveria sempre perguntar-se, acham que isto sou eu a ser sadístico?
4º - em django é ainda mais flagrante a falta de criatividade narrativa do filme, sem expectativas e completamente aborrecido, longo e desinteressante
4º- tarantino trabalha melhor quando as mulheres são peças chave de raiva e pulsar, os últimos dois filmes de tarantino parecem homenagens ao cinema queer, especialmente o último... alguém acha que o dentista não queria mesmo papar o negro e que di caprio preferia um threesome com os dois mancebos do que a escrava cor de café com leite boazona tipo porta-estandarte da ILGA???