domingo, 8 de abril de 2012

what a Shame movie

Ok, este é aquele género de filme para um público adulto, buahahah, é aquele filme que os críticos assexuados (e não são todos, eles gostam de dizer que são???) usam como desculpa para dizer, nós somos pelos gajos que comem cona a toda a hora, desde que isso seja feito com conteúdo... vejam, nós não temos preconceitos em gostar de filmes misóginos, nós até adoramos, (desde que o actor principal seja bonzão)... e vocês (público) também deviam... cresçam...
WRONNNNNNNNNNNG!!!!
O filme é uma patetice, é uma perca de tempo, a resposta (fake coolnesss... nowwwww that's a trend)...  .. não há pachorra para conversas sonsas, tresanda a armanço "indie blurrrrp" cenas encenadas para serem um movimento, há mais conteúdo no Lester Burnham do American Beauty a masturbar-se de manhã do que todas as tentativas de tornar um filme que não existe para além de um muro de ideias pré-concebidas sobre o peso da sexualidade neste quotidiano inventado pelo senhor McQueen, a cereja no topo, ele também experimenta com gajos (lá mais para a frente, como dizia a outra), sim que é para dar uma de bissexualidade reprimida, paaaaaaaaaleeeeeeeease...
juro que há cenas no escritório que parecem um episódio do rachel zoe project (serious, drinking coffee, it's bananas, what the fuck they do there, e falam todos muito snob???) é um coito interrompido este filme, mais valia ele foder de vez a irmãzinha tontinha, é óbvio que é o que eles querem, o gajo devia comprar um Zoo e mudar-se para o campo, a personalidade distorcida que ele(a)s tem, essa ninguém percebe de onde vem nem para onde vai, e isso meus caros não é compatível com cinema de qualidade, quanto mais com cinema to say the least!
Vidas fodidas toda a gente tem, toda a gente esconde segredos, as fantasias por mais taradas que sejam (não é shame, é human), e só isso de bandeja, é muito pouco...

nice soundrack...

que desperdício de talento

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