terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Anyone

this is what we're heading for .

o primeiro-ministro inglês tem de praticar sexo com um porco para salvar "a princesa" do povo sequestrada, tudo isto ao vivo e em directo...
"a primeira obra de arte do século 21 é a união sexual da política com um porco em directo"
o porco é o povo, mas o povo gosta de se olhar enquanto é comido pela política... uma espécie de bizarria sexual auto-comiserativa...
charlie brooker

susan sarandon

laura dern (recount HBO movie)

glenn close (sublime)

porque os Actores constroem os nossos filmes preferidos

annette bening...

miike snow + lykke li go dark

Go parade for Justice

Go parade

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

there's a "natural melodic appeal" no doubt about it

às vezes eu só queria que ele arriscasse e fosse mais além... é tudo tão perfeito... demasiado perfeito... é lindo, romântico, pastoral, como se mergulhássemos num mar azul inundado por melodias doces... só lhe falta arriscar mais um bocadinho... o rodrigo leão ainda não fez o melhor álbum que consegue fazer, mas anda a piscar-lhe o olho...

ORCAS - morr music new

Os movimentos da cidadania

o governo desenvolveu uma plataforma, onde se pode criar um movimento por alguma causa que defendamos e que seja do interesse público, o movimento que for mais votado terá uma audiência com o 1º ministro, é uma pequena medida para encurtar a distância do poder governativo e os concidadãos.
vejamos os 5 movimentos mais votados do momento

1º  Abolição das corridas de touros - a sério, um país de miséria humana e o movimento que mais mobiliza cidadãos é a defesa dos touros???

2º Em defesa da Educação Visual e Tecnológica - a disciplina sofrerá cortes na carga horária no próximo ano e o excesso de professores resultará em mais desemprego, na realidade, eles não fazem nada, e é unânime entre os docentes da maioria das outras matérias!!!

3º A escola é para ensinar. A família educa. - 3 dos mais votados são relativos a questões da educação, o que nos leva a crer que é uma questão delicada, ou então os professores estão apenas fartos de levar porrada de pais e alunos.

4º Pelas Tecnologias da informação e Comunicação - mesmo comentário relativo ao 2º movimento

5º A favor da Tauromaquia: Eu quero ser Toureiro - mesmo comentário relativo ao 1º movimento

E queixam-se que o país é isto!
Pois melhor, não pode ser!

all new GAGA DEL REY

julia davis is here

domingo, 29 de janeiro de 2012

well god is the internet

quem me dera que quentin tarantino tivesse tido mão divina no argumento do último filme de kevin smith ( o mesmo de dogma ), o filme é bom, mas poderia ter-se tornado num fenómeno. De facto, aquilo que me ocorre de negativo em relação ao filme, e prefiro dizê-lo em inglês it's just too vague. A imagética do filme, e a explosão literal do fanatismo religioso, não é acompanhada por um guião que esteja à altura, mesmo o personagem de Michael Parks, o líder da seita (claramente inspirada pela badalada Igreja Baptista de Westboro, e a sua frontwoman bizarra Margie Phelps). 

Nomeação para oscar de melhor actor era o mínimo que se pedia, 

mas enfim hollywood é uma

pasta de estrume (nomear brad pitt e george clooney em vez deste 

Michael Parks é um 

crime cinéfilo, no mínimo). 

"deus odeia os homossexuais, os fornicadores de várias mulheres, deus manda matar, está explícito no testamento, deus não perdoa a todos, deus está na internet e satanás também, servidores diferentes talvez :O)", tudo o que tarantino poderia tirar desta alucinação familiar seria um deleite, eu penso que ele deve estar mortinho por fazer um filme neste departamento, é tão fértil, e serve-lhe como uma luva (tarantino tem várias alusões a textos bíblicos nos seus filmes), neste caso deus é a internet e o iphone... deus ou satanás, a linha telefónica é ténue.
Um filme decente, que se deve ver, que se tivesse sido escrito de outro modo, poderia tornar-se num caso sério, esta questão do fanatismo religioso, ou fanatismo seja lá do que for num debate mais globalizante, o que kevin smith faz, torna-se redutor, porque se fecha na explosão superficial... deveria pelo menos torna-lo mais declarado na alusão ao mal e à exploração da psique de quem se converte neste culto pelo medo e induzido pelo medo (deus é apenas uma metáfora, todas esta pessoas vivem corrompidas pelo medo, do desconhecido, do que é diferente), no fundo representativo do que se passa hoje na américa (e não só) levado ao extremo. terroristas ou fanáticos são presos, mesmo que seja o estado corporativista ou a sociedade que os tenha criado... é pena que seja vago...


http://soundcloud.com/lotusvibes/orchids-album-leaf-remix

Lotus / Orchids (Album Leaf Remix) [2012]


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

soderbergh, really got it

finalmente tive tempo para ver este exercício cinematográfico do realizador da saga "ocean's 11", "the informant!" e do estupendo "sex, lies and videotape"... falo-vos do mais ou menos esquecido bubble - bolha de 2005.
Viver numa bolha, numa cidade industrial, com uma vida rotineira a fazer bonecas, um penteado estagnado em 1975 de um vermelho suburbano, a cuidar do pai idoso, a coser roupa para bonecas à noite, com um único amigo que tem metade da sua idade, a fazer favores a todos, esta mulher que vive numa bolha, sem vida amorosa, é um monstro em ebulição, um monstro social, pronto a explodir, e explode (mesmo sem perceber) quando o seu único amigo corre o risco de lhe ser tirado... aí ela torna-se instintivamente e primitivamente uma assassina sem mácula e amnésica, a sociedade, especialmente esta sociedade retratada por soderbergh é progenitora de assassinos que são aparentemente pessoas banais, mas que estão severamente deprimidas e destroçadas pela vida que levam, nascem e morrem sem viver. Mas onde está então o génio de soderbergh, neste filme que foi tão odiado pela crítica e que parece não querer acrescentar nada de novo?
Soderbergh teve a sensibilidade de usar actores não profissionais, desse modo criou um realismo mais incisivo quando a personagem é confrontada com o crime que cometeu, o que provoca no espectador a estupefacção e pena, tornando ainda mais cru e indigesto perceber o que se passa na cabeça destas pessoas, e como é possível que passemos a vida toda a ignorá-las. Ele não usou actores não profissionais para recriar uma fábula egocêntrica ou devaneios que precisam de adendas para serem percebidos , lembro-me dos filmes do João Pedro Rodrigues, que por não se sustentarem no argumento, resvalam para a patetice passados 5 minutos (e está-se toda a gente a rir, quando não é suposto rir), Soderbergh preferiu usar actores não profissionais porque neste caso, do ponto de vista do espectador seria mais violento o embate com a realidade, e foi exactamente o que sucedeu, sem adornos, nem falsas caricaturas, apenas as caras, os gestos e as frases e ninguém quer saber se são ou não profissionais, porque no fim de contas somos nós (espectadores) que estamos ali, a olharmos para nós.
Pode não ser o filme perfeito, mas é um exercício sublime de um realizador que nunca se cansa de experimentar e que acima de tudo demonstra uma inteligência para com o público que poucos conseguem.




boat trip

from pitchfork

Broadcast Working on New Album

Set to include unreleased vocals from the late Trish Keenan

By 
Carrie Battan
 on November 28, 2011 at 12:02 p.m.

Broadcast Working on New Album
In an interview with Under the Radar magazine, Broadcast's James Cargill explained that he's working on a new album, the group's first release since the death of singer Trish Keenanearly this year. There's no word on a release date yet, but Cargill says the album will include vocals from Keenan that were recorded before her death. "Trish left a lot of tapes, four-tracks and stuff, and I've been going through those. It's difficult, and I'm connected to it at the same time. It's wonderful, but I'm also feeling a sense of loss," he said.
Cargill also said that he's working on a score for the Peter Strickland film Berberian Sound Studio, which he began with Keenan. Below, watch the video for Broadcast's "Come On Let's Go", off their 2000 album The Noise Made by People.

memory





new stuff 2

new stuff

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

SerenACES

o filme português que todos os portugueses da falsa classe cultural adoram, NÃO É PORTUGUÊS

muito se tem lido, nessa nova classe que se acha o máximo, que compra o ípsilon e o expresso, que portugal deveria ter apontado "os mistérios de lisboa" como filme candidato à pré-selecção do oscar para melhor filme estrangeiro...
o filme não é português, metam isso na cabeça, já que ninguém vos informa.
o filme é francês e recebeu o prémio

 Le Prix Louis-Delluc couronne un film monument, ?Les Mystères de Lisbonne?

Le prix Louis-Delluc, qui récompense chaque annéele meilleur film français à la façon du Goncourt pour la Littérature, a couronnévendredi le film monument (4H30) de Raoul Ruiz, “Les Mystères deLisbonne”.

the oscars on the run

com o histerismo colectivo pelo "o artista" e a ejaculação hollywoodiana pelo george clooney e o brad pitt, salva-se a nomeação de glenn close ("albert nobbs"), nem sequer é o melhor papel da suprema actriz e a nomeação do guião original de "bridesmaids", ah e claro mais uma para a diva meryl streep.




i'll stand by you Serena Williams is game's greatest ever

"Evert and Navratilova, you say, both would have won many more titles, were it not for the existence of the other. OK, but how many more Slams would Serena have won if she didn't have to face her sister, infinitely weirder than a non-blood-related rival? Serena is playing during a "soft" period in tennis history, you say, as evidenced by her winning Wimbledon without being tested. I disagree. Serena has often had to go through the best to win (Davenport, Sharapova, Venus, Henin). Is, say, Vera Zvonareva, really a worse player than the Helena Sukovas or Zina Garrisons that other contenders often faced in finals?
Serena has the most fearsome serve -- i.e. the most important stroke -- in women's tennis history, and it would be the case even if everyone used the same technology. (She uses natural gut strings by the way.) She is the best athlete in women's tennis history, likely the fastest and the strongest. And she competes as well as any athlete -- not tennis player; athlete -- you'll ever come across.
But here's where I really feel strongly: Head-to-head, on a neutral surface (i.e. hard courts), everyone at their best, I can't help feeling that she crushes the other legends. Sacrilege, I know. But spark up of video of other players, watch where their balls land in the court or how hard they serve or how they move and then consider Serena's game. She would blow through Evert. She wouldn't allow Navratilova (who looks like a pixie next to Serena) a chance to attack. She would tee off on Graf's slice. Again, this isn't to disrespect the others; it's progress. But I think it counts for a lot that no one has ever played tennis at a higher level than Serena has. (It's the same reason, incidentally, that I was early to pronounce Federer the male GOAT. You just know watching him that no one has played better tennis qualitatively and surely that has to count for something.)" 


Jon Wertheim from sports illustrated






segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

quinzena australiana "maratonas de gaijas, de ténis"

micachu goes piggy

not bad

eu trocava

a mulher e as filhas não primam pela elegância, aliás são do mais piroso que este país já viu em termos de chefes supremos da nação... onde gasta então cavaco silva quase 12.000 euros por mês???
"Segundo a declaração de rendimentos de 2009 entregue no Tribunal Constitucional, a soma das pensões recebidas por Cavaco Silva relativas ao trabalho universitário e ao Banco de Portugal somaram 140.601,81 euros, ou seja, 11.716 euros por cada um dos doze meses do ano. Aliás, Cavaco optou inclusivamente por se tornar no único Presidente da República que não é pago pelo Estado que representa, por preferir receber estas pensões e assim fugir aos cortes salariais dos últimos dois anos. Com a soma das reformas, Cavaco Silva ficou a ganhar mais 1100 euros do que se tivesse mantido o salário de Presidente."


Será que ele usa papel higiénico com cristais swarovski incrustados, bordado a ouro??? 
Que rico cu o presidente e a maria devem ter.


foto retirada do blog aquitailandia.blogspot.com

domingo, 22 de janeiro de 2012

No, I DONT LIKE IT

duas miúdas mimadas (mas não no bom sentido), quando no início do filme e durante o monólogo do personagem de george clooney este se gabava que as filhas viviam com pouco porque se deve ensinar a viver com pouco, e nunca dar-lhes o suficiente para não fazerem nada, a questão é, o filme está todo errado, elas são mimadas e vivem com muita merda na cabeça, "but not in a cool way" como eles dizem, ele precisa de lidar com duas "pitas" americanas mimadas e irritantes, e uma mulher ligada ao ventilador à espera que ele o desligue, ela meteu-lhe os cornos no natal anterior... ok... em 30 minutos, eu percebi que este filme é uma merda e eu não quero ver mais. Sabem quando percebemos que um realizador americano andou a ver dramas europeus ou estrangeiros compulsivamente e os quer transpor à força para o mercado americano... nada de errado, quando corre bem, mas infelizmente correu mal!
É exactamente isso que este filme me provoca... eu não quero saber de remakes do nanni moretti, do almodovar, do amenábar, do eastwood, chega de gente que está para morrer com merdas para resolver... ou de gente viva com merdas para lidar sobre gente que está para morrer, façam-no de outra maneira, é muito fácil criar dramas em camas de hospitais, é absolutamente constrangedor.
Não vejam o filme. Não perdem nada.
E sim, a música é irritante e o george clooney parece um palhaço com aquelas camisas e aqueles jeans.
Se o senhor do Ípsilon disse mal do filme pelos motivos errados, eu digo mal do filme porque ele não presta.
Os Descendentes... do not disturb.

devia ser o "american pie trip to hawaii" mas não é, com grande pena minha

diane ladd trib

past

present

that's it

jason (friday 13) gets a clockwork orange acid trip

Walter Van Beirendonck winter 2012.13(23)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

cat's eyes

ladytron

falta de cultura, o mal do país, nem o desporto se escapa

ontem frederico gil carimbou a passagem à 3ª ronda do open da australian em ténis, um dos 4 grand slams, os maiores torneios de ténis do mundo. ora, já li de tudo na imprensa e no facebook, já li que o gil vai atingir o top 10 do ranking??? já li que o feito do gil é inédito, quando na realidade é mentira, em 2009 a júnior (na altura) michelle larcher de brito atingiu a 3ª ronda em roland garros (portanto é inédito apenas no sector masculino).
analisando é de facto um resultado interessante mas que no geral é pobre, frederico gil já está na fase descendente da carreira, penso que tem 27 ou 28 anos, e raramente conseguiu atingir quadros principais de grand slams, quando conseguiu esse feito perdeu sempre na primeira ronda, não sei se atingiu alguma vez a 2ª ronda, tem feito uma carreira considerável na liga secundária do ténis profissional (o chamado challenger tour) ele e o rui machado. o resultado é bom, é óptimo termos um jogador português numa 3ª ronda de um grand slam e acreditem que eu fiquei extasiado, mas não representa nada de consistente, nem sequer é indicador de que alguma coisa no ténis nacional esteja a mudar, aliás na 1ª ronda o gil beneficiou da desistência do adversário.
ora a falta de cultura deste país, faz com que a maioria das pessoas não tenham a noção das evidências, e da relatividade do feito, e com o suporte de comunicação social mal formada e informada, digam asneiras como, "feito extraordinário", "top 10 no horizonte", "imparável"...
só para concluir o ano passado a selecção masculina de ténis de mesa foi medalha de bronze no campeonato da europa seniores masculinos na polónia, feito inacreditável e esse sim impressionante atendendo a muitos factores, mas há um factor básico (basta este), o nº de praticantes da modalidade é impressionante comparado por exemplo com o nº de praticantes de ténis... a única diferença... as marcas interessam-se mais por um do que por outro... e claro os portugueses estão mesmo em crise, crise cultural... e nem o desporto escapa.
força frederico gil

cherry blossom girls?


sábado, 14 de janeiro de 2012

fashion rio winter 2012 yeah i know ALREADY

best shots

herchcovitch shoes


new order - aviator tomboy retro

maçonaria, as paneleiragens das bichas velhas....

aposto que adoram ir ao pacote uns dos outros, mas sempre com luvas... oh sim... chama-me dan brown e enfia pela goela abaixo...
maçons portugueses preparam-se para se vestir de velhos ranhosos momentos antes de se retirarem para as caves afim de levar no pacote, que é como quem diz, levar e dar... e trazer o pacote... com sponsors e artefactos, tudo em rosa neon e fúscia... 

dreams come true

Rod Laver Arena

11:00 AM
  Women's Singles - 1st Round
  Victoria Azarenka(BLR)[3]vs.  Heather Watson(GBR)
 
  Men's Singles - 1st Round
  Bernard Tomic(AUS)vs.  Fernando Verdasco(ESP)[22]
 
  Women's Singles - 1st Round
  Kim Clijsters(BEL)[11]vs.  Maria Joao Koehler(POR)
 


maria joão koehler was expecting to enter the qualie due to some late withdraws, actualy it happened, ok it was fine she would took her chances in australia, even doe the trip was expensive and she's around 220 ranked in the world she thought about not flying i'm glad the re-think that, before a perfect start against a gutsy japanese player she took her credit on high and got to the main draw, and now she's playing against none the less kim clijsters in the rod laver arena... it's a dream come true, truly her chances are not that big, but at least she's have a boost of confidence... and maybe it will get her to higher flights...well done Maria João Koehler top 100 is just around the corner...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

well i guess some critics do love thA movies...


Deflating That Big, Puffy White Gown

Bridesmaids,” an unexpectedly funny new comedy about women in love, if not of the Sapphic variety, goes where no typical chick flick does: the gutter. Well, more like the city street that Lillian, a soon-to-be wife played by a wonderful, warm Maya Rudolph, dashes into, dressed in the kind of foamy white gown that royal weddings and the bridal industrial complex are made of. Suddenly realizing in a salon that she’s been hit with food poisoning, she flees like a runaway bride, except that it isn’t a man who’s making her, uh, run, but the giddy, liberating humor of the writers Kristen Wiig and Annie Mumolo.
Multimedia
That may sound disgusting, perfect for the reigning naughty boys of American screens, and it is, a little. Yet the worst is only implied, and given how most wedding pictures enforce the hoariest clichés about the sexes, the go-for-broke outlandishness of Lillian’s pratfall — nicely handled by the director Paul Feig, holding the shot as she sits in a deflated puff of white — is welcome. In most wedding movies an actress may have the starring part (though not always), but it’s only because her character’s function is to land a man rather than to be funny. Too many studio bosses seem to think that a woman’s place is in a Vera Wang.
There is a big dress here, of course, an aggressively foolish Gordian knot of silk and wit that slyly speaks to how women need (and want) to be packaged as brides, dolled up in satin and all but lost in a cloud of tulle and the appreciative din of family and friends. The movie doesn’t push hard in that direction — more than anything, Ms. Wiig and Ms. Mumolo want to make you giggle and snort — but they get at the layers of insanity in weddings as well as the joys. They ask the question facing every modern woman who jumps at the chance to enact the latter-day equivalent of being passed from man to man, father to husband, if without a bushel of dowry corn and 12 goats: How do you survive getting down the aisle?
With a little, or rather a lot, of help from your friends, or so say the filmmakers, for better for worse, for richer for poorer, in sickness and in health, to love and to cherish, till misunderstanding, jealousy, other people or just life us do part. To that intimate end, Lillian, after announcing her engagement, asks Annie (Ms. Wiig) to be her maid of honor. Best friends since childhood, the two are still tight, but Lillian’s news throws Annie, who, after her cake shop has gone under, is struggling with her crummy job, junker car, weird roommates, everything. She isn’t with anyone, though the hot stuff played by Jon Hamm, playfully riffing on his persona as the thinking woman’s brute, figures into her life with humor and almost too-true pathos.
And so Annie screws up again and again, giving parties that fail and insults that don’t. Along with the other bridesmaids — an excellent Melissa McCarthy and the very fine Rose Byrne, Wendi McLendon-Covey and Ellie Kemper — Lillian and Annie laugh, cry, hurl and board a plane to Vegas to test the bonds of friendship en route to a hangover of their own. There’s a guy on the side, too (Chris O’Dowd), but he’s so nice that cranky, complaining Annie almost doesn’t notice. A lanky-limbed blonde who evokes Meg Ryan stretched along Olive Oyl lines, Ms. Wiig keeps her features jumping and sometimes bunching. She’s a funny, pretty woman, but she’s also a comedian, and she’s wonderfully confident about playing not nice.
It would be easy to oversell “Bridesmaids,” though probably easier if also foolish to do the reverse. It isn’t a radical movie (even if Ms. McCarthy’s character comes close); it’s formally unadventurous; and there isn’t much to look at beyond all these female faces. Yet these are great faces, and the movie is smart about a lot of things, including the vital importance of female friendships. And it’s nice to see so many actresses taking up space while making fun of something besides other women. Perhaps the biggest, most pleasurable surprise is that “Bridesmaids” doesn’t treat Annie’s single status as a dire character flaw worthy of triage: she’s simply going through a rough patch and has to figure things out, as in real life.
Ms. Wiig, a longtime cast member of “Saturday Night Live,” and Ms. Mumolo, a veteran of the Los Angeles comedy troupe the Groundlings, know what female moviegoers want: honest laughs with, and not solely about, women. Contra Christopher Hitchens and his 2007 assertion in Vanity Fair that women are not funny, they offer irrefutable proof that along with producing and starring in a hit TV series (thank you, Tina Fey), women can go aggressive laugh to aggressive-and-absurd laugh with men. All they need, beyond talent and timing, a decent director and better lines, is a chance. It helps if the director has a clue, and if everyone involved sees women not just as bosoms with legs, but as bosoms with legs and brains.
“Bridesmaids” is rated R (Under 17 requires accompanying parent or adult guardian). Raucous jokes and salty language.