quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

ódios de estimação

existem, são produto da sociedade, são saudáveis, não representam inveja, dirigem-se normalmente a pessoas com visibilidade que nos irritam solenemente por variados motivos, lembram-nos que a personalidade é uma ratoeira, ódios de estimação, gosto de pensá-los como fétiches de ordem sexual, que nunca se concretizam e que não são para se concretizar, são ferramentas do cérebro para controlo ou gestão de stress, somos vítimas diárias de poluição visual, sonora e social... ódios de estimação quem não os tem, ou não se sente ou não é filho de boa gente




em portugal, não sei porquê, há uma herança sádica de cordialidade falsa em vez do desaforo directo e sem modéstia, especialmente no que respeita ao mundo das artes e da cultura em geral... chega de predicados e pancadinhas, assumam-se CARAMBA!

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