quinta-feira, 24 de março de 2011

em memória de trish keenan

uma das artistas musicais mais inovadora e criativa do último século, ela própria na sua personalidade, desconhecida, mítica, alguém que se tornará um mito inevitavelmente (como todos os mitos que morrem cedo de mais). ignorada a sua morte pela imprensa e crítica (se ela existe verdadeiramente) deste país. trish keenan, inspirou grande parte das bandas da nova geração dos sons da electrónica, e da pop experimentalista, e compôs para mim, 3 dos melhores álbuns que eu tive a oportunidade de ouvir. ela era controversa, distante, e a sua voz possuía na génese aquilo que todos deveríamos ser, uma cópia perfeita do que era como ser humano. trish keenan, inspirou-me, os meus gostos, as minhas preferências, as minhas escolhas, ela própria uma enciclopédia musical de bom gosto. por tudo isto, este ano, é um quase um hiato. trish keenan e os broadcast são tudo aquilo que eu sempre quis musicalmente... se a perfeição existe eles foram quase, quase perfeitos. descansa em paz.

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